A alta demanda exige soluções confiáveis, versáteis e de rápida implementação.
Os espaços de coworking são um modelo de negócio que vem crescendo rapidamente nos últimos cinco anos. Segundo dados levantados pela plataforma Archie, que gerencia e otimiza espaços de trabalho no mundo todo, o mercado global de coworking e escritórios flexíveis está avaliado em cerca de 21 bilhões de dólares e a expectativa é que quase triplique esse valor até o início da década de 2030.
Mas, para além do valor financeiro desse tipo de negócio, o crescimento concreto é visível nas ruas: cada vez mais, há empresas de coworking se instalando nas cidades brasileiras. Um estudo da Newmark, consultoria especializada no setor imobiliário, mostrou que os espaços de trabalho compartilhados no Brasil saltaram de 238 em 2015 para 3.386 em 2025: um crescimento de mais de 1.500% em aproximadamente uma década.
Nos ambientes da Wework, uma das maiores empresas que oferecem esse serviço, a ocupação é de 84% em nosso país, que lidera a adesão a esse tipo de negócio na América Latina.
A grande procura se explica: se antes da pandemia os espaços de coworking eram essencialmente utilizados por empresas de menor porte, a mudança para um modelo de trabalho mais flexível tem alterado o perfil dos interessados em usar escritórios compartilhados.
Além de amplamente usados por profissionais autônomos, agora esses locais também já são disputados por grandes corporações. Uma pesquisa da WeWork de 2024 revelou que 59% das empresas que planejavam aumentar seu espaço de trabalho nos dois anos seguintes afirmaram que optariam por espaços flexíveis em vez de escritórios tradicionais.
Isso se deve ao fato de que muitas empresas adotaram modelos de trabalho híbridos, permitindo que os funcionários dividam seu tempo entre casa e o escritório. Os espaços de coworking são uma alternativa ao aluguel de escritórios tradicionais, com a vantagem de oferecerem flexibilidade, economia de custos e acesso a ambientes de trabalho de alta qualidade. Além de serem mais baratos, esses escritórios compartilhados também disponibilizam diversas comodidades, como Wi-Fi, salas de reunião e serviços de impressão.
Nesse contexto, os móveis corporativos têm importância primordial, já que é preciso pensar em diferentes configurações dos ambientes de trabalho nos espaços de coworking. Diferentemente dos escritórios convencionais, esses ambientes precisam acomodar usos compartilhados, em que diferentes usuários utilizam a mesma estação de trabalho ao longo do dia; uso simultâneo, quando múltiplas atividades acontecem no mesmo ambiente; e uso rotativo, modelo em que os postos de trabalho não têm ocupação fixa. Dessa forma, o mobiliário deixa de ser apenas suporte e passa a ser um elemento central na experiência e na eficiência do espaço.

Para responder a essas demandas, o mobiliário corporativo precisa oferecer funcionalidade e ergonomia, além de itens que facilitem a organização, especialmente em estações coletivas. No catálogo da Maqmóveis há diversas opções projetadas para ambientes dinâmicos. As estações de trabalho das linhas Connect e Jataí, por exemplo, oferecem recursos como: calhas e aberturas para passagem de cabos de computadores e de outros dispositivos; caixas de tomada integradas às mesas; diferentes tamanhos de tampos (no caso das mesas da Connect) e diferentes módulos (Jataí) permitem compor variados layouts para estações de trabalho compartilhadas.

No caso das estações da Jataí, há ainda módulos que reúnem uma superfície de mesa mais baixa com uma mesa lateral mais alta, além de disporem de pequenas divisórias sobre o tampo, que permitem o uso compartilhado e reduzem interferências entre usuários. A Connect também apresenta as mesas Flow, com regulagem elétrica de altura, de forma que diferentes usuários podem ajustá-las de acordo com suas próprias alturas, e as divisórias Flow, que separam estações de trabalho.

Já a Jataí conta com uma longa lista de opções com rodízios, que facilitam o deslocamento dos móveis no escritório, permitindo novas configurações. A Lousa Biombo com rodízios da Jataí atende a mais de uma função: além de servir como superfície para escrever, funciona também como divisória em espaços compartilhados, proporcionando privacidade quando necessário, mas sem comprometer a sensação de abertura e colaboração. Esses móveis facilitam a rotina nos espaços onde diferentes profissionais utilizam a mesma infraestrutura ao longo do dia.
O armazenamento de itens pessoais e compartilhados é outro desafio dos espaços de coworking: como os usuários não possuem postos fixos, o mobiliário precisa atender a diferentes perfis e necessidades. A linha Fit apresenta propostas versáteis, com produtos que vão desde gaveteiros volantes (fechados com chave) a armários (fechados com chave), ou estantes abertas que podem abrigar itens de uso comum, como livros ou outros dispositivos eletrônicos.
Os gaveteiros podem ficar reservados para o uso de um ou mais profissionais de uma mesma empresa, por exemplo, que podem manter ali seus itens pessoais de uso rotineiro. E os rodízios garantem que o móvel se desloque facilmente pelo ambiente.
Ainda, nesses ambientes em constante transformação, a modularidade do mobiliário é muito bem-vinda. E a linha Parte, com seus assentos e mesas auxiliares modulares, atende a diferentes demandas de configuração dos móveis.
Com os diversos módulos, é possível montar layouts para pequenas recepções ou mesmo amplas áreas de descompressão, em que os sofás, poltronas, cadeiras, assentos, longarinas e mesas podem ser reconfigurados com frequência para atender novos perfis de empresas e equipes.
