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09 maio | Dicas para escolher a cadeira de trabalho ideal

POSTADO ÀS 10:05 H - Mobiliário

Nos ambientes de trabalho e também em home-office, é comum que muitos trabalhadores passem mais de 8 horas sentados para realizar suas funções. Todo esse tempo parados aumenta os riscos para a saúde — que vão desde problemas posturais, lesões e dores até questões circulatórias e estresse. Assim, a escolha da cadeira de trabalho adequada pode ter impacto profundo na qualidade de vida desses profissionais. Para esses trabalhadores contemporâneos, as cadeiras devem ter várias qualidades relacionadas à ergonomia. E o que significa isso? 

A cadeira ergonômica garante que os usuários se mantenham em uma posição adequada para suas atividades e durante o tempo de trabalho, prevenindo lesões e conferindo mais conforto.

No Brasil, existem algumas normas especificadoras para esse tipo de móvel. Entre elas, está a Norma Reguladora 17, criada em 1990, que trata de Segurança e Medicina do Trabalho, e determina os parâmetros que devem ser seguidos pelos modelos de cadeiras ergonômicas, para que os postos de trabalho estejam adaptados às características psíquicas e fisiológicas dos profissionais. Ela indica métodos para determinar a estabilidade, a resistência e a durabilidade de uma cadeira independentemente do material que ela seja feita. 

Ainda, há também a norma NBR 13962, que especifica as características físicas e dimensionais das cadeiras, e como elas devem ser produzidas de acordo com sua finalidade. “Resumidamente, toda cadeira que for fabricada para uso em escritório ou uso cotidiano deve ser baseada nos requisitos desta NBR 13962”, explica Fabrício Domingues Antonio, que é Coordenador de Qualidade da Maqmóveis.

A NR17 não tem um selo próprio, porém, as melhores cadeiras ergonômicas costumam informar sua adequação na descrição do produto. “Já a NBR é uma certificação de produto, e tem selo. Porém, essas normas não são compulsórias, ou seja, as empresas não são obrigadas a segui-las. Elas trazem orientações para produzir cadeiras com melhor usabilidade, segurança e saúde”, completa. 

Assim, os usuários que vão passar boa parte do dia sentados e trabalhando, devem buscar cadeiras que atendam a esses critérios. Fabricio lista os requisitos ergonômicos da NR 17: “A altura da cadeira deve ser ajustável para se adequar à estatura do trabalhador e ao tipo de atividade exercida; o encosto deve ser adaptável para proteger a região lombar; a borda frontal do assento deve ser arredondada para evitar compressão na parte inferior das coxas; e, se necessário, deve haver um apoio para os pés”.

Já a NBR 13962 traz especificações sobre as características físicas e dimensionais exigidas de móveis de escritório — mais especificamente, das cadeiras — e de como eles devem ser produzidos para sua finalidade. Entre os critérios, estão: 

  1. Se for uma cadeira giratória para usuários trabalhando sentados por mais de 8 horas, devem ser levadas em consideração sua resistência (com qualidade e que tenha passado por ensaios de laboratórios); regulagens de altura; braços ajustáveis e regulagens de encosto.
  2. Para uma carga de trabalho de menos de 4 horas, pode-se usar uma cadeira fixa. De qualquer forma, ela deve atender ao conforto do usuário, segundo esses critérios: a planta dos pés dos usuários deve permanecer totalmente apoiada no chão; a coxa não pode ser pressionada pela borda do assento; as costas devem estar eretas e totalmente apoiadas.
  3. Por fim, todos os tipos de cadeira devem informar qual o peso máximo que ela suporta; os modelos com braços ou encosto para a cabeça devem ser ajustáveis; e os usuários devem se sentir seguros e confortáveis ao sentar.

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